Se você quer conhecer Scrum, eu tenho uma dica pra você: Dá uma chegada no blog do Luiz Aguiar que lá tem um post super divertido de Introdução ao Scrum.



Se você quer conhecer Scrum, eu tenho uma dica pra você: Dá uma chegada no blog do Luiz Aguiar que lá tem um post super divertido de Introdução ao Scrum.



Vinicius Manhães Teles, figura super conhecida e respeitada do mundo ágil, tem postado videos muito legais no blog da Improve IT. Se você se interessa por desenvolvimento ágil, vale a pena dar uma passada por lá para conferir.
Uma tendência natural do ser humano é aos poucos ir deixando de lado os detalhes. Isso acontece em quase tudo na nossa vida. Basta você parar para pensar um pouquinho e vai ver que já fez isso inumeras vezes - no seu trabalho, nos seus estudos, na sua vida familiar. Todas as vezes que você se sente muito confortável e sabedor de algo, acaba se esquecendo de algum detalhe. E são nesses momentos que você comete os erros mais banais da sua vida.
Todos já fomos somos vítimas desse mal. Mas todos temos também a solução ao nosso alcance…
Reciclagem!!!
Todo processo e todo conhecimento precisa de reciclagem periódica. Só assim conseguimos nos manter atentos aos detalhes.
Tudo bem, mas o que isso tem a ver com o Scrum Master?
O Scrum Master deve ser o guardião dos valores e das práticas do Scrum na equipe. É dele a responsabilidade de disseminar esses valores e práticas e promover a sua reciclagem de tempos em tempos, tanto para o Time quando para o Product Owner. Isso mantém o Scrum não apenas vivo, mas evoluído na equipe.
Com isso, a toda equipe [e os projetos] só tem a ganhar. Porque nem o Time, nem o Product Owner, nem o próprio Scrum Master, se esquecerão de coisas que parecem apenas meros detalhes - mas que fazem a diferença quando observadas [e/ou aplicadas] adequadamente.
Por isso, Scrum Master, fica a você a perguntas: O que você tem feito para promover a reciclagem da sua equipe?
Afinal, ser Scrum Master é ser facilitador…
Este é o titulo de um post fantástico do Carlos Vilella, que o Rodrigo Yoshima traduziu, e que eu não poderia deixar de citar aqui no meu blog.
Leitura obrigatória!
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É muito animador ver o quanto a comunidade ágil tem crescido e se fortalecido no Brasil. A pouco recebemos a notícia do grande evento que acontecerá em outubro, o Falando em Agile 2008, promovido pela Caelum. Treinamentos e workshops acontecem todos os meses Brasil à fora - basta você acompanhar, por exemplo, o blog do Alexandre Magno e do Rodrigo Yoshima, pra saber quando acontecerá o próximo. E agora, mais recentemente ontem, o Manoel Pimentel, editor chefe da revista eletrônica Visão Ágil, postou no GUJ a notícia do lançamento do Blog Visão Ágil.
Iniciativas como esta mostram o quão notório já é o crescimento das agordagens ágeis de desenvolvimento de software no Brasil.
Pratico desenvolvimento ágil em meu trabalho diário há algum tempo, e sei o quando é bom trabalhar assim - sob todos os aspectos. Mas sei também que não é fácil vender essa abordagem; muito menos fazê-la acontecer como deve ser. Contudo, com a comunidade mostrando a cara, e mais ainda, mostrando seus próprios resultados e experiências reais, certamente mais e mais empresas darão a si mesmas a chance de ver o quanto ser ágil é bom!
Imagine o dia que todas as empresas adotarem abordagens ágeis.
Não é difícil, não.
Nada de gantt chart ou gerente alienado,
Nada de comando/controle, só a liberdade de programar, testar e implantar.
Imagine todos os programadores, clientes e empresas vivendo em paz.
Somente a paz!Você pode me achar um sonhador,
Mas não sou o único.
Espero que você se junte a nós,
E o Mundo do Desenvolvimento de Software será um só.
Conhece esta canção? Nada mau para o momento… rsrsrs
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Acabei de ler um post bem legal do Phillip Calçado que você também deveria ler, caso já tenha sido questionado sobre Matriz de Rastreabilidade. Caso “ainda” não tenha sido questionado quanto a isso, não tem problema, leia mesmo assim, porque a sua hora vai chegar! rsrsrs
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Em maio participei da primeira turma do Agile Requirements Workshop, e não me arrependi, foi um dinheiro bem gasto investido.
Agora, Alexandre Magno e Adail Retamal estão de volta, promovendo uma nova turma deste bem-sucedido workshop.
Se eu fosse você, não perderia!
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Sei que já não é mais tão novidade assim, mas só agora pude gastar um tempo pesquisando e fazendo uns testes. Do que estou falando? Hammm… O titulo dá uma idéia do assunto… Grails! Ou, para os mais eruditos, Groovy on Rails.
O que Grails, afinal?
Grails é a resposta da Plataforma Java ao desenvolvimento web ágil, dinâmico, sem toda aquela parafernália de 7.203 arquivos XML para configurar, 3.412 classes dos frameworks jAbc, J-XPTO e JSeila Oq+ para estender, e mais uns 1.300 arquivos JAR para “bibliotecar”.
Esta maravilha do mundo Java segue a filosofia de frameworks web full stack, tais como Ruby on Rails e Django. E segue fundamentalmente o conceito de Convention over Configuration, que pode ser resumido em uma simples frase: “É ótimo poder configurar, mas é péssimo ser obrigado a fazer isto”. Sendo assim, tudo tem um padrão de nome a seguir e um local bem definido para estar.
O que está por trás?
Grails não foi construido a partir do nada. Muito pelo contrário. Ele está fundamentado sobre frameworks de mercado mais que consagrados:
- Hibernate, sobre o qual esta o GORM (Grails ORM);
- Log4J, controle de log;
- Spring, injeção de dependência e MVC;
- Jetty, web container embutido;
- SiteMesh, templates de página web.
E tudo isto sendo “colado” e “manipudalo” pela linguagem Groovy, que para quem viveu os últimos anos em Marte, é uma linguagem orientada a objetos, fortemente tipada e dinâmica, desenvolvida para a Plataforma Java, como alternativa à própria linguagem Java.
Vale a pena usar Grails?
Para o seus projetos, só você mesmo pode responder. Mas o fato é que já existe muita coisa por ai rodando em cima de Grails. Um exemplo? O site da PepsiCo, por exemplo, que é um caso relatado no site do Grails.
Minha opinião? Se você quer uma alternativa dinâmica ao desenvolvimento web rápido para a Plataforma Java, dê uma olhada em Grails. Você não vai se arrepender.
Agora, se para você, desenvolvimento “confiável” e “bem feito” é sinônimo de centenas de milhares de XMLs, JARs, frameworks, e linguagem estaticamente tipada (porque o compilador te faz errar menos), esqueça Grails. (Mas… Uma dica: Sai dessa, meu chapa!!! rsrsrs)
Valeu!
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Sábado passado participei do Agile Requirements Workshop com o Alexandre Magno e o Adail Retamal.
O nível do workshop foi realmente excelente. Muito conteúdo, muita prática, muita discussão, literalmente, muita formação para qualquer profissional ágil. User stories, Features, Mapas Mentais, Engenharia de Requisitos, e outros assuntos foram tratados com muita propriedade pelos dois. =)
Um momento que achei impressionante foi quando o Alexandre, ensinando o valor da comunicação, disparou: “Não combinei nada com o Adail, mas, Adail, fica tranquilo, eu assumo o prejuizo, tá? Quem quiser ir embora ’só com a apostila’, eu devolvo 90% do valor pago pelo workshop. Você pega a apostila, vai embora, e eu te devolvo 90% agora mesmo. Quem quer?” O que vocês acham que aconteceu? Ninguém nem piscou! Porque o conteúdo que esses caras tem para passar é muito, muito, além do que qualquer apostila. Comunicação é tudo - e, acredite, esses caras sabem bem o que significa isso.
Enfim, ótimo evento, quem não foi perdeu. Mas, como o Alexandre mesmo anunciou, mais edições estão por vir!
Não fique de fora!
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Tenho desempenhado o papel de arquiteto de software na equipe corporativa de arquitetura de software da CVC Turismo há pouco menos de um ano. Esta tem sido uma experiência muito interessante e divertida sob muitos aspectos, mas sobre tudo, pela oportunidade de trabalhar dirigido por novos paradigmas. Um deles é o agilíssimo Scrum.
Scrum tem sido regra em nossa equipe há cerca de 6 meses. Ainda temos, obviamente, até pelo pouco tempo de experiência nesta metodologia e background no RUP, algumas coisas que lapidar, que melhorar, que aprender, mas já temos visto resultados muito, muito, empolgantes.
Nossa equipe é composta por 5 pessoas: Eu, JOss, Morais, Valdir, e Léo, nosso Scrum Master. Todos muito comprometidos com o pensamento Scrum que, com certeza, tem sido nosso grande diferencial de sucesso, hava vista os elogios da própria diretoria de TI, que até já promoveu workshops para apresentarmos o Scrum a outras equipes da empresa.
Atualmente estamos desenvolvendo, entre outras atividades menores, o core-business repository da CVC, batizado de SysturDM, que na próxima quarta-feira entra em sua quarta sprint, deixando pra trás outras 3 completamente bem-sucedidas. Além deste, já concluímos com sucesso total outros dois ou três projetos menores.
Scrum trouxe aos nossos projetos sinergia, motivação, colaborativismo, e um ambiente indiscutivelmente informativo. Resultado? Software útil em poucas semanas, chefe feliz… Opá! Acho que um aumento salarial vem que vem… =)
Taí! Quem disse que empresas grandes não dão crédito a metodologias ágeis?
Scrum pra nós é rules!
Aproveitando, quero indicar o blog do Guilherme Chapiewski. Leitura mais que obrigatória!
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